América Latina impulsionará o crescimento agrícola até 2035: o que isso significa para produtores, distribuidores e importadores
As perspectivas para a agricultura mundial são promissoras, e a América Latina está no centro desse movimento. Segundo o relatório OECD–FAO Agricultural Outlook 2026–2035, a região deverá desempenhar um papel estratégico no aumento da produção agrícola global, impulsionada por ganhos de produtividade, inovação tecnológica e uso mais eficiente dos recursos.
Mais do que um aumento na produção, esse cenário indica uma transformação na forma de produzir alimentos. Tecnologias agrícolas, manejo inteligente, fertilizantes de alta eficiência e soluções voltadas à sustentabilidade serão cada vez mais importantes para atender à demanda mundial por alimentos.
Para produtores rurais, distribuidores, importadores e empresas do agronegócio, compreender essas tendências significa estar preparado para aproveitar novas oportunidades de mercado nos próximos anos.
O que aponta o relatório da OECD e da FAO?
O relatório OECD–FAO Agricultural Outlook 2026–2035, publicado em junho de 2026, projeta um crescimento de aproximadamente 13% na produção agrícola mundial ao longo da próxima década.
Esse crescimento não deverá ocorrer por meio da expansão das áreas agrícolas, mas principalmente pelo aumento da produtividade, da inovação e da eficiência no uso dos recursos.
Nesse contexto, a América Latina e o Caribe terão papel de destaque, respondendo por aproximadamente 12,7% do crescimento da produção agrícola mundial até 2035.
Essa projeção reforça uma tendência observada há vários anos: a região tornou-se uma das principais fornecedoras globais de alimentos, fibras e matérias-primas agrícolas.
Por que a América Latina será protagonista do agronegócio mundial?
Diversos fatores explicam esse cenário positivo.
A região reúne condições naturais favoráveis, ampla disponibilidade de terras agricultáveis, clima diversificado e elevado nível de profissionalização da agricultura.
Além disso, países como Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Colômbia e México vêm investindo continuamente em tecnologias capazes de aumentar a produtividade sem ampliar proporcionalmente a área cultivada.
Outro diferencial está na capacidade de adaptação do setor agrícola latino-americano.
Mesmo diante de desafios climáticos e econômicos, produtores têm incorporado novas práticas de manejo, agricultura de precisão, fertilizantes especiais, bioinsumos e ferramentas digitais que tornam as operações mais eficientes.
O crescimento dependerá mais da produtividade do que da expansão das áreas
Durante muitos anos, produzir mais significava abrir novas áreas de cultivo.
Hoje, o desafio é diferente.
O futuro do agronegócio passa por produzir mais utilizando melhor os recursos disponíveis.
Isso envolve:
- Aumentar a eficiência da fertilização;
- Melhorar o aproveitamento da água;
- Reduzir perdas durante o ciclo produtivo;
- Otimizar o manejo do solo;
- Utilizar tecnologias que favoreçam o desenvolvimento fisiológico das plantas;
- Tomar decisões baseadas em dados e monitoramento constante.
Segundo a OECD e a FAO, o rendimento médio mundial dos cereais deverá crescer cerca de 0,9% ao ano até 2035, resultado da combinação entre genética, tecnologia e melhores práticas agrícolas.
Essa tendência também deve beneficiar culturas importantes para a América Latina, como soja, milho, café, cana-de-açúcar, algodão, frutas e hortaliças.
Quais tecnologias devem ganhar espaço nos próximos anos?
O crescimento da agricultura latino-americana estará diretamente ligado à adoção de soluções que aumentem a eficiência produtiva.
Entre as tecnologias com maior potencial de expansão destacam-se:
Fertilizantes de alta eficiência
Produtos que melhoram o aproveitamento dos nutrientes e reduzem perdas tendem a ganhar cada vez mais espaço nas propriedades rurais.
Bioinsumos
O uso de produtos biológicos continua crescendo, contribuindo para sistemas produtivos mais sustentáveis e eficientes.
Agricultura de precisão
Ferramentas de monitoramento, sensores, drones e análise de dados permitem decisões mais assertivas sobre plantio, irrigação e nutrição das culturas.
Manejo inteligente do solo
A melhoria das condições físicas, químicas e biológicas do solo será cada vez mais importante para manter altos níveis de produtividade.
Quais desafios ainda precisam ser superados?
Apesar das perspectivas positivas, o crescimento agrícola também dependerá da capacidade do setor em enfrentar desafios importantes.
Entre eles estão:
- Mudanças climáticas;
- Custos de produção;
- Logística de transporte;
- Disponibilidade de mão de obra qualificada;
- Acesso à inovação tecnológica;
- Sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Empresas que conseguirem desenvolver soluções para esses desafios estarão mais preparadas para atender às demandas do mercado nos próximos anos.
O que esse cenário representa para importadores e distribuidores?
O crescimento projetado para a agricultura latino-americana abre novas oportunidades para empresas que atuam na importação e distribuição de tecnologias agrícolas.
Mais do que ampliar o portfólio, será necessário oferecer soluções capazes de gerar resultados consistentes no campo.
Entre as principais estratégias para esse mercado estão:
- Selecionar tecnologias adaptadas às culturas predominantes de cada país;
- Oferecer suporte técnico aos clientes;
- Desenvolver programas completos de manejo;
- Avaliar aspectos regulatórios e logísticos antes da entrada em novos mercados;
- Construir relacionamentos de longo prazo com produtores e distribuidores.
Nesse cenário, o distribuidor deixa de ser apenas um fornecedor de produtos e passa a atuar como parceiro estratégico do produtor rural.
Como a tecnologia agrícola brasileira pode contribuir para esse crescimento?
O Brasil tornou-se uma referência mundial em agricultura tropical graças ao desenvolvimento de tecnologias adaptadas a diferentes condições de solo, clima e sistemas produtivos.
Essa experiência permitiu que soluções desenvolvidas no país passassem a atender também mercados internacionais.
É nesse contexto que a Solo Rico Agrociências, com mais de 30 anos de atuação, desenvolve fertilizantes líquidos especiais e soluções agrícolas voltadas ao aumento da eficiência produtiva.
Seu portfólio contempla tecnologias para diferentes culturas e etapas do manejo, auxiliando distribuidores e importadores na construção de programas agrícolas alinhados às necessidades de cada mercado.
Mais do que fornecer produtos, a Solo Rico atua como parceira técnica e comercial, oferecendo conhecimento, suporte especializado e soluções adaptadas à realidade de cada cliente.
Conclusão
As projeções para a agricultura até 2035 mostram que o futuro do agronegócio será construído sobre três pilares: produtividade, inovação e eficiência.
A América Latina reúne condições para ampliar ainda mais sua participação no mercado agrícola mundial, mas esse crescimento dependerá da adoção de tecnologias capazes de aumentar a competitividade das propriedades rurais e fortalecer toda a cadeia do agronegócio.
Para produtores, distribuidores e importadores, o momento é de planejamento. Empresas que investirem desde já em inovação, capacitação e soluções de alto desempenho estarão mais preparadas para atender às demandas de um mercado cada vez mais exigente e tecnológico.
Leve tecnologia agrícola brasileira para o seu mercado
Se sua empresa atua na importação ou distribuição de insumos agrícolas, conhecer tecnologias desenvolvidas para uma das agriculturas mais produtivas do mundo pode ser um diferencial competitivo.
A Solo Rico Agrociências desenvolve fertilizantes líquidos especiais e soluções voltadas à eficiência no campo, oferecendo suporte técnico e comercial para distribuidores e importadores em diferentes mercados da América Latina.
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Perguntas Frequentes (FAQ)
O que prevê o relatório OECD–FAO Agricultural Outlook 2026–2035?
O relatório estima um crescimento de aproximadamente 13% da produção agrícola mundial até 2035, impulsionado principalmente por ganhos de produtividade e inovação tecnológica.
Por que a América Latina será uma das protagonistas desse crescimento?
A região possui condições naturais favoráveis, forte capacidade produtiva, investimentos em tecnologia e participação crescente no comércio internacional de alimentos.
Quais tecnologias devem impulsionar o agronegócio nos próximos anos?
Fertilizantes de alta eficiência, bioinsumos, agricultura de precisão, manejo inteligente do solo e soluções voltadas ao aumento da produtividade estão entre as principais tendências.
Quais são os maiores desafios para o crescimento agrícola?
Mudanças climáticas, custos de produção, logística, sustentabilidade, acesso à inovação e eficiência no uso dos recursos naturais serão fatores determinantes.
Como distribuidores e importadores podem aproveitar esse cenário?
Ampliando seus portfólios com tecnologias de alto desempenho, oferecendo suporte técnico especializado e construindo parcerias de longo prazo com produtores e empresas do agronegócio.